Em sua coluna no JOTA, nossa sócia Ana Frazão publicou artigo analisando como a misoginia se tornou um negócio lucrativo nas plataformas digitais, impulsionado pelo modelo de monetização que prioriza conteúdos de maior engajamento.
Ela mostra como os influenciadores transformaram o discurso de ódio contra mulheres em fonte de receita direta, por meio de anúncios e venda de produtos, e indireta, alavancando outros negócios para sua base de seguidores. Pesquisa do Laboratório de Estudos da Internet da UFRJ identificou 3,9 bilhões de visualizações de vídeos misóginos no YouTube, com 80% dos canais utilizando estratégias de monetização.
Ana defende que, embora enfrentar as causas estruturais que alimentam a chamada “machosfera” seja tarefa complexa, impedir que a violência de gênero seja um negócio lucrativo é medida mais direta. Para ela, a responsabilização de influenciadores e plataformas digitais é urgente e já conta com instrumentos jurídicos adequados para tanto.
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