Ana Frazão e Angelo Prata de Carvalho são coautores na obra “Corporate Valuation Vol.1: Fundamentos da avaliação de empresas e avaliação na apuração de haveres

Nossos sócios Ana Frazão e Angelo Prata de Carvalho são coautores na obra “Corporate Valuation Vol.1: Fundamentos da avaliação de empresas e avaliação na apuração de haveres”, publicada pela Quartier Latin.

Ana e Angelo escreveram o capítulo “Apuração de Haveres e Pacta Sunt Servanda: controvérsias sobre a aplicação do critério previsto no contrato social de Sociedades Limitadas”.

Saiba mais informações sobre o livro.

 

 

Ana Frazão aborda os riscos da delação premiada em novo texto publicado em sua coluna no JOTA

Nossa sócia parte de uma análise de artigo publicado por Bruno Carazza sobre os riscos da delação premiada de Daniel Vorcaro e considera que,  a partir do momento em que as colaborações se tornam uma solução fácil e acessível, que afasta até mesmo o risco de sofrer as responsabilidades pelos ilícitos ou pelo menos cria expectativas de grandes atenuações dessas responsabilidades, é inequívoco que isso muda a estrutura de incentivos dos agentes econômicos, criando um contexto ainda mais favorável para a delinquência.

Por isso, ressalta Ana, é imprescindível um grande cuidado, por parte das autoridades na utilização desse instrumento, assim como é fundamental o controle – inclusive judicial – tanto sobre a motivação de tal escolha como sobre os resultados obtidos, a fim de se poder concluir sobre a imprescindibilidade ou adequação da solução tanto no momento em que o acordo é celebrado como no momento em que ele foi cumprido e já se pode fazer uma análise retrospectiva do seu papel na solução do problema.

Leia o texto completo.

na Frazão conversa com Rafael Schiozer e Lauro Gonzalez, ambos professores da FGV EAESP, sobre inclusão financeira e seguro-depósito a luz do caso do Banco Master

No novo episódio do podcast Direito e Economia, nossa sócia Ana Frazão conversa com Rafael Schiozer e Lauro Gonzalez, ambos professores da FGV EAESP, sobre inclusão financeira e seguro-depósito a luz do caso do Banco Master.

No episódio, os entrevistados esclarecem a importância e as limitações da concorrência para a inclusão financeira não só no que diz respeito ao acesso ao crédito, mas também nos demais desdobramentos, dentre os quais poupança e investimento.

Ouço o podcast.

 

Ana Frazão fala sobre os obstáculos para o exercício das liberdades econômicas das mulheres

Nossa sócia Ana Frazão publicou artigo no JOTA em que, a partir do relatório Women, Business and the Law 2026 do Banco Mundial, reflete sobre os obstáculos ao exercício das liberdades econômicas das mulheres no Brasil.

O relatório avalia 190 economias e revela que as mulheres usufruem de menos de dois terços dos direitos econômicos dos homens e que, mesmo onde há legislação igualitária, o enforcement é inefetivo em 80% dos casos relacionados à segurança.

Ana defende que, embora o Brasil tenha avançado em iniciativas legislativas sobre empreendedorismo e segurança digital, o país ainda enfrenta um cenário grave de violência contra as mulheres, inclusive nas redes sociais, o que torna a garantia dos direitos básicos à vida e à segurança condição indispensável para qualquer avanço em liberdades econômicas.

Leia o artigo completo aqui.

 

Ana Frazão publica artigo no JOTA analisando os riscos da pressão de agentes econômicos sobre o conteúdo dos livros didáticos destinados a crianças e adolescentes

Nossa sócia Ana Frazão publicou artigo no JOTA analisando os riscos da pressão de agentes econômicos sobre o conteúdo dos livros didáticos destinados a crianças e adolescentes.

O artigo parte de reportagem do portal Aos Fatos que denuncia a atuação da ONG Donme (De Olho no Material Escolar) na tentativa de moldar a imagem do agronegócio em livros do 6º ao 9º ano, com iniciativas que vão da substituição do termo “agrotóxicos” por “defensivos agrícolas” à pressão pela retirada de conteúdos considerados negativos para o setor, sem transparência nem debate público.

Ana defende que a educação não pode se transformar em instrumento de doutrinação a serviço de interesses econômicos e que, em se tratando de material didático, “não pode prevalecer a lógica do dinheiro e do interesse, mas tão somente a da qualidade da informação”, diz.

Leia na íntegra.